Num instante escuridão
No outro imensidão
São tantas paixões
Em um só corpo
São tantos corpos
Em um só corpo.
As lágrimas não são falsas
O riso não é falso
São meus e não são meu...
Sem contar quando no meio da história
O fantástico invade a cena
E te
Faz chorar
E te
Faz sorrir
Sonhos de infancia...
Uma cortina do passado
Corta o silêncio
E inventa uma canção bonita
Que o palhaço pega e brinca
E te leva a brincar com a saudade
Criar sonhos
Gerar vida
Viajar no imaginário
Cantar com os mudos
E dançar com os aleijados
Ser Deus e ser o Diabo
Ou, não ser nada
E assim caminhar
Com os olhos humanos
E com alma de artista.
Calar junto ao silêncio
E gritar na multidão
Fazer enxergar
E fazer ouvir
A quem quiser enxegar
A quem quiser ouvir.
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